Presos fazem 68 reféns em cadeia no Brasil, dois reclusos mortos
Homens amotinados na prisão de Itirapina, no interior do estado brasileiro de São Paulo, mantêm 68 reféns no interior do estabelecimento e, segundo informações da secretaria de administração penitenciária (SAP), dois presos já morreram, divulgou hoje a imprensa brasileira.
O sítio eletrónico de notícias G1 divulgou que 68 pessoas - entre
idosos, gestantes e crianças - são mantidas reféns desde as 11:00
(15:00 em Lisboa) de domingo, hora da visita aos reclusos, segundo
informações da SAP.
A Penitenciária de Itirapina tem capacidade para 210 presos em regime fechado, mas abriga 602 pessoas.
Várias viaturas da polícia militar (PM) deslocaram-se de várias cidades para reforçar o contingente policial.
Um helicóptero Águia 8 (da PM) também foi acionado.
Polícias e a direção da prisão negoceiam com os reclusos a libertação dos reféns.
A assessoria de imprensa da SAP informou que, até ao momento, não há ameaças aos reféns e nem danos ao património.
As duas vítimas, de acordo com a PM, teriam sido mortas pelos próprios presos. Um deles terá sido decapitado.
De acordo com o G1, a mãe de um preso, que foi libertada para avisar a imprensa sobre a situação no interior da cadeia, disse que o incidente teve início quando uma visitante foi impedida de entrar por ter problemas na sua documentação.
O marido da visitante teria ameaçado matar alguém como forma de protesto contra a administração da prisão e os presos não deixaram mais ninguém sair do local.
O problema com a entrada da visitante, de acordo com a mulher libertada, foi apenas um motivo para que os presos fizessem outras reivindicações, como a presença de médicos, atendimento judicial e a ampliação do horário de visita até às 16:00, que atualmente é encerrado às 15:00.
A polícia militar disse ainda que os reclusos querem telemóveis para comunicação.
A tropa de elite da PM já foi enviada para a prisão, que fica a 210 quilómetros da cidade de São Paulo.
A Penitenciária de Itirapina tem capacidade para 210 presos em regime fechado, mas abriga 602 pessoas.
Várias viaturas da polícia militar (PM) deslocaram-se de várias cidades para reforçar o contingente policial.
Um helicóptero Águia 8 (da PM) também foi acionado.
Polícias e a direção da prisão negoceiam com os reclusos a libertação dos reféns.
A assessoria de imprensa da SAP informou que, até ao momento, não há ameaças aos reféns e nem danos ao património.
As duas vítimas, de acordo com a PM, teriam sido mortas pelos próprios presos. Um deles terá sido decapitado.
De acordo com o G1, a mãe de um preso, que foi libertada para avisar a imprensa sobre a situação no interior da cadeia, disse que o incidente teve início quando uma visitante foi impedida de entrar por ter problemas na sua documentação.
O marido da visitante teria ameaçado matar alguém como forma de protesto contra a administração da prisão e os presos não deixaram mais ninguém sair do local.
O problema com a entrada da visitante, de acordo com a mulher libertada, foi apenas um motivo para que os presos fizessem outras reivindicações, como a presença de médicos, atendimento judicial e a ampliação do horário de visita até às 16:00, que atualmente é encerrado às 15:00.
A polícia militar disse ainda que os reclusos querem telemóveis para comunicação.
A tropa de elite da PM já foi enviada para a prisão, que fica a 210 quilómetros da cidade de São Paulo.
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