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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Estadão Urgente
20h27 - Embora a Consolação esteja liberada, a Rua Augusta segue interditada. Os manifestantes tentam acessar a Avenida Paulista, por meio de ruas paralelas na Bela Cintra. A massa ora se reagrupa, ora se dispersa,  e a PM se desloca para conter o avanço dos blocos.
20h25 – A Secretário de Segurança Pública de SP, Fernando Grella, afirmou em nota que determinou que a Corregedoria da Polícia Militar apure episódios envolvendo fotógrafos e cinegrafistas durante manifestação realizada nesta quinta-feira  no centro de São Paulo.
20h23 Anistia Internacional divulga nota sobre as manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus em São Paulo e no Rio. Leia a íntegra do comunicado:
“A Anistia Internacional vê com preocupação o aumento da violência na repressão aos protestos contra o aumento das passagens de ônibus no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Também é preocupante o discurso das autoridades sinalizando uma radicalização da repressão e a prisão de jornalistas e manifestantes, em alguns casos enquadrados no crime de formação de quadrilha.
O transporte público acessível é de fundamental importância para que a população possa exercer seu direito de ir e vir, tão importante quanto os demais direitos como educação, saúde, moradia, de expressão etc.
A Anistia Internacional é contra a depredação do patrimônio púbico e atos violentos de ambos os lados e considera urgente o estabelecimento de um canal de diálogo entre governo e manifestantes para que se encontre uma solução pacífica para o impasse.
É fundamental que o direito à manifestação e a realização de protestos pacíficos seja assegurado.”
20h08 – Neste momento, os manifestantes estão separados em grupos menores e decidem que rumo tomar. Cerca 30 carros da polícia, bombeiros e dois regimento da Cavalaria subiram  a Consolação:

20h02 – A polícia segue contendo  os manifestantes e para evitar que cheguem à Avenida Paulista, como nas marchas anteriores.
Policiais fazem bloqueio na altura da Rua Maria Antônia. Foto: Tiago Queiroz/Estadão
19h58 – Linha do tempo: veja como foram os três últimos protestos.
19h53 – Na Rua Frei Caneca, altura do 1058, a Tropa de Choque desceu a rua jogando bombas. Não tinha manifestantes no local.
19h50 – A CET recomenda aos motoristas evitarem a região da Rua Augusta e a Consolação.Acompanhe a situação do trânsito.
19h47 - A Tropa de Choque corta o caminho dos manifestantes na Rua Caio Prado e joga bombas entre os carros. As pessoas se dispersaram e alguns voltaram em direção à Roosevelt.
19h44 – Mais cedo, ainda no início do protesto, por volta das 17h30, um fotógrafo foi detido por policiais:
Fotógrafo é detido pela polícia perto do Viaduto do Chá, onde fica a sede da Prefeitura. Foto: Alex Silva/Estadão
19h42 – “Considero legítima toda e qualquer forma de manifestação e expressão. O que a cidade repudia é a violência”, disse o Prefeito Fernando Haddad. Ele reiterou que o valor da passagem não será mudado.
19h40 – RIO DE JANEIRO - Uma parte dos manifestantes que participam da passeata contra o aumento das passagens de ônibus deixou a avenida Rio Branco, no centro da cidade, e seguiu pela Almirante Barroso, onde passou a hostilizar uma equipe da TV Globo, que participa da cobertura da manifestação.  Apesar do clima tenso, não há registros de confrontos entre policiais e manifestantes até agora. (Heloisa Aruth Sturm)
19h31 – Grupo sobe a Augusta  entre os carros em direção à Avenida Paulista. Diversas pessoas estão sendo paradas para revista. Viaturas da GCM e um caminhão da Tropa de Choque dão cobertura.
19h29 – Manifestantes já chegaram à Rua Augusta. O major Lidio Costa Junior, do Policiamento de Trânsito da PM disse que a situação está fugindo do controle: “Não nos responsabilizamos mais pelo que vai acontecer”.
19h24 – Manifestantes montaram barricadas de fogo na Consolação e na Rua Rego Freitas. Eles jogam pedras e rojões contra a PM. O bloco está na rua Caio Prado e gritam em  coro: “Augusta, Augusta”, para onde devem se dirigir.
19h15 – Depois de cerca de dez minutos de incerteza os manifestantes resolveram seguir até a Assembleia Legislativa, no Ibirapuera, descendo a Consolação e pegando a Avenida Brasil.Enquanto estava tendo essa discussão parte dos manifestantes furou o bloqueio,  mas o Choque já estava na Rua Maria Antônia. Foi quando teve início um confronto. Motoristas ficaram no fogo cruzado.
19h00 – Os manifestantes já chegaram à Praça Roosevelt e as lideranças negociam com a PM se poderão ou não seguir até a Avenida Paulista. Eles não conseguiram autorização e  furaram o bloqueio, indo pela Consolação. A PM tenta fazer outros bloqueios.
18h49 – Os manifestantes estão agora na Rua da Consolação, já próximos à Praça Roosevelt, que, teoricamente, seria o ponto final da marcha.
18h39 – A Secretaria de Segurança Pública de SP informou que 68 pessoas já foram presas até o momento durante os protestos contra o aumento da  tarifa de ônibus. Elas estão sendo levados para um ônibus da PM parado perto do Teatro Municipal.
A pasta também informa que o jornalista da Carta Capital Piero Locatelli, detido pela PM, vai ser liberado do 78º DP (Jardins). Segundo a secretaria, ele foi preso porque estava com vinagre na bolsa – o produto seria usado para neutralizar o efeito de bombas de gás lacrimogêneo. A secretaria informou que um segundo jornalista também foi preso por ter “tentado evitar uma prisão”. No começo do ato, ainda durante a tarde, a PM chegou a usar gás de pimenta para dispersar repórteres que tentavam se aproximar durante uma prisão:

18h31 - Integrantes da Juventude do PT compareceram ao menos com 5 bandeiras ao ato e foram hostilizados pela multidão. Quando passaram a tremular as bandeiras, cerca de 2 mil pessoas presentes na frente do Teatro Municipal: “Fora PT! Vai tomar no c…” Erick Bouzano, presidente do Diretório Municipal da Juventude do PT, explicou que só a Executiva Estadual sinalizou apoio ao protesto. “Achamos importante participar”, disse.
18h29 – Integrantes da Juventude do PT compareceram ao menos com 5 bandeiras ao ato e foram hostilizados pela multidão. Quando passaram a tremular as bandeiras, cerca de 2 mil pessoas presentes na frente do Teatro Municipal: “Fora PT! Vai tomar no c…” Erick Bouzano, presidente do Diretório Municipal da Juventude do PT, explicou que só a Executiva Estadual sinalizou apoio ao protesto. “Achamos importante participar”, disse.

18h25 – Manifestantes seguem pela Praça da República. De acordo com a PM, o combinado com as lideranças é que eles sigam pela Avenida Ipiranga até chegar à Praça Roosevelt.
18h24 RIO DE JANEIRO – Manifestantes contrários ao aumento das passagens de ônibus acabam de iniciar uma passeata pela Avenida Presidente Vargas e seguirão pela Avenida Rio Branco, no centro da cidade. A concentração aconteceu sem incidentes, em frente à igreja da Candelária.
Sindicalistas, integrantes de movimentos sociais e estudantes se revezaram em discursos no carro de som. Um grupo de indígenas assiste à mobilização. A manifestação reúne militantes que levam bandeiras de partidos como PSTU e PSOL, mas também muitas pessoas com bandeiras com a inscrição “nenhum partido me representa”.
Alguns manifestantes usam máscaras cirúrgicas, como proteção para gás lacrimogêneo, no caso de confronto com a polícia. Os policiais militares, por enquanto, apenas acompanham a manifestação. A passeata vai até a Cinelândia. (Heloisa Aruth Sturm e Fabio Grellet)
18h10 – O repórter Piero Locatelli, da revista Carta Capital, foi detido pela PM e levado ao 78º DP (Jardins).  O motivo da prisão não foi esclarecido.
18h05 – Primeira manifestação pela redução da tarifa de ônibus em São Paulo foi na quinta-feira passada, 6. Na ocasião, a Avenida Paulista chegou a ser fechada.

18h03- Trânsito está interditado na Rua Xavier de Toledo.  O trânsito segue lento nos acessos à região dos viadutos 9 de Julho e Jacareí,  nas ruas Maria Paula e da Consolação e também na Avenida Rebouças, sentido centro.
17h57 – Vias no entorno do Teatro Municipal  começam  a ficar interditadas. Veja situação do transito na região
17h43 – Ao menos uma bomba de gás foi usada pela PM para conter um princípio de  tumulto, quando PMs acompanhavam manifestantes detidos para averiguação. Veja como foi a terceira manifestação contra a tarifa:
17h19 – Diversas pessoas portando vinagre e mesmo  profissionais da imprensa estão sendo revistados. O repórter do Estado Renato Vieira também foi abordado por um PM para revista.
17h17 – O Movimento Passe Livre (MPL) divulgou nota em sua página no Facebook sobre as prisões realizadas na terça-feira, 11.
17h09 – O entorno do Teatro Municipal já está tomado por manifestantes. As lideranças do Movimento Passe Livre, no entanto, ainda não chegaram.
Veja a concentração para o protesto:
16h57 – Dezesseis  jovens foram detidos e passam por triagem em uma espécie de Q.G montado pela PM em um prédio próximo à Praça do Patriarca. Segundo a polícia, eles portavamfacas e combustível. A reportagem também constatou que pessoas portando vinagre, usado para neutralizar o efeito de bombas de gás lacrimogêneo, também foram detidas. Um policial alegou  que os manifestantes foram revistados porque estariam “com um produto estranho”.
16h51 – O motorista que circula na região central de São Paulo deve ficar atento com a possibilidade de interdição de vias. A greve dos trens da CPTM, válida desde a manhã desta quinta-feira, 13, é outro motivo de alerta.  O excesso de carros nas ruas fez  com  que a cidade repetisse seu recorde de lentidão: 148 km registrados às 11h, o mesmo volume do recorde do ano no horário de pico matinal (que vai das 7h às 10h), ocorrido às 9h do dia 5 de abril. Acompanhe o Blog do Trânsito ao vivo e veja como escapar dos congestionamentos.
16h41 – O comércio no entorno do Teatro Municipal começou a fechar.  A maioria dos  bares e restaurantes já baixou as portas e até uma faculdade, a Uniesp,  suspendeu as provas por conta do ato.  A Tropa de Choque da PM já está posicionada próxima ao Teatro Municipal.
16h39 –  O governador Geraldo Alckmin (PSDB) descartou novamente nesta quinta-feira, 13, a possibilidade de reduzir as tarifas de ônibus, trens e metrô pelos próximos 45 dias no Estado, conforme sugestão feita pelo Ministério Público, por intermédio do promotor de Habitação e Urbanismo, Maurício Lopes.  “As manifestações são naturais e legítimas e fazem parte do processo democrático. O que não podemos concordar é com a baderna e a depredação do patrimônio público, deixando um rastro de destruição por onde passa, além de prejudicar o usuário do sistema”.
16h29 – Veja entrevista com Caio Martins na TV Estadão, representante do Movimento Passe Livre. Grupo  afirma que não irá parar com a manifestações enquanto  a tarifa não baixar. Prefeito Fernando Haddad (PT) tem condenado os excessos e refuta possibilidade de preço ser diminuído:


16h12 – Manifestantes já começaram a se reunir em frente ao Teatro Municipal para o quarto protesto pela redução da tarifa de ônibus. Depois de seguidos confrontos nas manifestações, grupos de cinco PMs circulam pelas ruas da região,  como a Xavier de Toledo e Líbero Badaró,  e revistam jovens com mochilas em busca de materiais que possam ser usados em atos de vandalismo.Mais de 100 pessoas se encontram no ponto de partida da passeata.
16h10 –  A polícia paulista está se preparando para o quarto protesto contra o aumento da tarifa do transporte urbano, marcado para as 17h desta quinta-feira, 13, com policiais extras e criando meios para prender mais manifestantes por eventuais atos de vandalismo. A concentração é em frente ao Teatro Municipal.
A série de atos é organizada pelo Movimento Passe Livre (MPL). O grupo pleiteia que o preço da passagem, em R$ 3,20 desde o dia 2, retorno para R$ 3,00 ou menos. A Prefeitura não tem aceitado negociar, por conta dos episódios de vandalismo que vem marcando as manifestações. A primeira da série ocorreu a exatamente uma semana, na quinta-feira passada, 6. As demais, na sexta-feira, 7, e na terça feira. Todas acabaram em conflito com a Polícia Militar, o fechamento de grandes vias da capital e depredação.
A Polícia Militar filmará a ação desta quinta por meio do sistema Olho de Águia, que inclui imagens de helicópteros e câmeras espalhadas pela cidade. Os PMs que estiverem pelas ruas do centro também contarão com câmeras. As imagens serão usadas como provas em eventuais processos judiciais e também serão encaminhadas para o Ministério Público.
Veja o trajeto e os incidentes da última marcha, na terça-feira, 11

A Polícia Civil pretende infiltrar agentes no meio do protesto, também com o objetivo de responsabilizar criminalmente quem fizer quebra-quebra. Nesta quinta-feira, 13 pessoas continuavam detidas pelos protestos. A estratégia da polícia para manter os manifestantes presos é enquadrar quem cometer vandalismo por formação de quadrilha, o que tem gerado discussões.
Também haverá a presença de policiais extras, retirados do trabalho administrativo para reforçar o policiamento do centro. De acordo com o major Marcel Soffner, porta-voz da PM, no último protesto quem fez o papel de dispersar os manifestantes foi a Força Tática do centro. A Tropa de Choque não foi utilizada. Se necessário, eles podem reforçar o efetivo do evento. O objetivo da PM é deixar faixas livres para a circulação de veículos e impedir que os manifestantes bloqueiem vias vitais para o tráfego da cidade, como as Marginais do Tietê e do Pinheiros.
Sem controle. Líderes do Movimento Passe Livre (MPL) reconheceram, em reunião de conciliação na sede do Ministério Público do Estado na quarta-feira, que não têm mais controle sobre a massa que participa dos protestos contra redução das tarifas de ônibus, trem e metrô. O Ministério Público se comprometeu a enviar ao governador Geraldo Alckmin e ao prefeito Fernando Haddad a proposta de suspensão do reajuste por 45 dias. Em entrevista à TV Estadão, Caio Martins, representante do Passe Livre, disse que manifestações só param quando a tarifa baixar.

Também na quarta, Alckmin e Haddad, que estavam em Paris, criticaram as depredações durante a manifestação. Para o governador, a destruição foi provocada por “vândalos e baderneiros”. “São pessoas inconformadas com o Estado democrático de Direito”, disse Haddad.
Outros protestos. Na semana passada, houve protestos na sexta-feira, 7, e na quinta, 6.
Rio. Também está previsto para hoje protesto no Rio contra aumento da tarifa de ônibus. Na noite de segunda-feira, manifestação na cidade teve 34 detidos. (Artur Rodrigues)

Diego Zanchetta,  Bruno Paes Manso, Bruno Ribeiro e Renato Vieira, O Estado de S. Paulo
00h10 – Veja galeria de fotos da manifestação:

22h40 – Foi confirmada a explosão de uma bomba caseira na Estação Brigadeiro do Metrô. Manifestantes também  foram atropelados no cruzamento da Avenida Paulista com a Rua Bela Cintra. Ao menos um se feriu com mais gravidade. O motorista foi encurralado e acelerou para fugir de um cerco montado por manifestantes. A PM não conseguiu detê-lo.
22h23 – O responsável pelo policiamento da manifestação desta terça-feira, 11, tenente-coronel Marcelo Pignatari, informou que a PM persegue agora grupos menores, com entre 30 e 40 pessoas, utilizando o auxílio do helicóptero Águia. Ao menos 20 pessoas foram detidas e encaminhadas ao 78º DP (Jardins).
Cerca de 400 policiais da Tropa de Choque, da Força Tática e da Rocam (rondas de motocicleta) continuam na região da Avenida Paulista.
21h59 – A Estação Trianon/Masp da Linha 3-Verde do Metrô foi fechada por causa dos protestos.  Os manifestantes se dispersaram e atuam agora de foi descoordenada. A Rota e Força Tática perseguem os focos de confronto. O comércio fechou as portas e os poucos estabelecimentos que se mantiveram abertos ficam lotados de gente à procura de abrigo.
21h48 – Manifestantes fazem barricadas ateando fogo em lixo na Avenida Paulista.  Estratégia também foi usada no primeiro ato, na quinta-feira passada,  6. Policiais desfazem os bloqueios para avançar e dispersar a multidão. Ao menos oito manifestantes  foram presos até o momento.
21h35  - Manifestantes e polícia estão num impasse na frente do Masp.  A polícia avança para tentar controlar o público e dispara balas  de borracha. No  meio do fogo cruzado, motoristas parados no trânsito dão marcha à ré e ônibus desviam para as ruas que cruzam a avenida.
21h24 –  Avenida Paulista está totalmente fechada  nos dois sentidos, na altura da Rua Pamplona. A polícia fez um acordo informal com lideranças para que a marcha se encaminhe para o vão livre doMasp e libere o trânsito.
21h00 – Os manifestantes fecharam completamente a Avenida Paulista mais uma vez,  no sentido Consolação. Eles se encaminham para o vão-livre do Masp e tentam bloquear uma das vias no sentido Paraíso. Mais agências foram depredadas na avenida.
21h03 – Um grupo de manisfestantes subiu a Avenida Brigadeiro Luís Antônio e chegou à Avenida Paulista, deixando para trás um rastro de destruição.  Ônibus e até uma academia de ginástica foram pichados. Um professor que trabalha na academia tentou impedir a depredação e houve uma briga. Ao menos cinco agências bancárias tiveram os vidros quebrados, além de lixeiras.
20h39 – Líderes do movimento incentivam manifestantes a realizar novos protestos por toda a cidade nesta quarta-feira, 12: “parem suas quebradas”, pediu. Um novo ato está marcado para as 17h desta quinta-feira, 13.
20h23 -Integrantes do movimento feminista Femen mostraram os seios a pastores ao passar pela Rua Conde de Sarzedas, conhecida por reunir diversas igrejas evangélicas. Os religiosos  pararam o culto para ver  a manifestação e foram surpreendidos pelas ativistas. A segunda parte dos manifestantes segue para a Avenida Paulista pela Avenida Brigadeiro Luís Antônio. A Paulista foi palco de diversos conflitos e atos de vandalismo nos demais protestos.
20h08 – Depois de sentarem-se na Praça da Sé, uma das frentes da marcha decidiu retornar para a Avenida Paulista. O grupo está bastante reduzido em relação ao bloco inicial.  A Tropa de Choque  investiu novamente contra os manifestantes para dispersar os participantes. A situação é bastante tensa. Na Rua Senador Feijó, manisfestantes fazem barricadas ateando fogo em lixo. Umaagência do Bradesco foi depredada. O comércio local fechou as portas.
Veja a mobilização dos manifestantes na Sé:


19h59 – Depois do avanço da Tropa de Choque, os manifestantes se dividiram em dois blocos. Parte voltou para a Praça da Sé, parte seguiu para uma travessa da Avenida Rangel Pestana. O Choque se prepara para mais uma investida. Veja foto:

Tropa de Choque avança na Avenida Rangel Pestana, depois do primeiro confronto mais grave entre manifestantes e a PM. Foto: Clarice Cudischevitch/Estadão

19h45 – Manifestantes tentaram entrar no Terminal Parque Dom Pedro II e foram contidos pela Tropa de Choque.  Um grupo ateou fogo em uma caçamba de lixo dentro do terminal e a polícia respondeu com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. Abriu-se um clarão na massa e alguns manifestantes atacaram pedras contra a PM.  A Tropa de Choque avançou disparando tiros de bala de borracha e a multidão recuou pela Avenida Rangel Pestana. A circulação de ônibus está totalmente interrompida e o clima é o mais tenso desde o início da marcha, às 17h50.
19h43 – Veja o trajeto feito pelos manifestantes e os pontos com ocorrências:
19h22 – Manifestantes desceram a Rua Rangel Pestana e pararam por conta de uma barreira formada pela Tropa de Choque, antes da chegada à Avenida do  Estado. Manifestantes protestam contra a alta da tarifa de ônibus, que passou de R$ 3,00 para R$ 3,20 no dia 2 de junho. Alguns manifestantes incendiaram um trólebus da Prefeitura, mas as chamas foram contidas antes que se alastrassem,  pelos demais participantes da passeata.
19h16 – Veja foto do manifestante detido na Rua da Consolação:

Jovem teria deitado na via para bloquear o trânsito no sentido Rebouças. Foto: José Patrício/Estadão

19h02 – Policiais do Batalhão de Trânsito  (BPTran)  que acompanham a manifestação estimam um público entre 10 mil e 12 mil  pessoas. Ainda não há estimativas oficiais. Manifestantes seguem pelo centro da cidade.  A policia vai abrindo e parando o trânsito quando necessário para que  os manifestantes passem.
18h46 – Os manifestantes, que seguiam pela Radial Leste, entraram no acesso à Avenida Liberdade.  A polícia tem fechado as vias principais  e está, de certa forma, direcionando a marcha. Foram montados bloqueios na Radial Leste e na 23 de Maio, forçando o desvio da marcha. Os manifestantes estão próximo ao Fórum João Mendes. Eles colocaram fogo em um pneu no caminho, mas tratou-se de um incidente isolado.


18h33 – Com um quilômetro de extensão, a manifestação é a maior das três passeatas realizadas desde  a quinta-feira, 6. Uma pessoa que tentou bloquear a Consolação no sentido Rebouças mais cedo, deitando-se no asfalto,  foi detida. O grupo se encontra agora na Radial Leste perto do acesso com a 23 de Maio. Outro manifestante foi detido em uma rua paralela à Radial Leste, por supostamente, desacatar policiais. Houve um princípio de tumulto na saída do túnel,  contido rapidamente pela PM.
18h23 – Manifestantes mudaram de rota e não vão mais seguir em direção à Câmara Municipal, no centro da cidade. Eles entraram no túnel abaixo da Praça Roosevelt e tomaram nos dois sentidos da Ligação Leste-Oeste.
18h21 – Durante a passeata desta terça-feira, 11, manifestantes distribuíram panfletos convocando para outro ato, nesta quinta-feira, 13.
18h11 - Mesmo sob chuva forte, trovões e raios, manifestantes seguem pela Rua da Consolação. Eles gritam “vem pra chuva, vem, contra o aumento”.
Chuva não tirou ímpeto dos manifestantes. Na foto, descida da Rua da Consolação. Foto: Clarice Cudischevitch/Estadão
18h02 – Manifestantes com o rosto coberto picham paredes. A passeata pela Consolação é acompanhada pela Tropa de Choque da Polícia e por três caminhões dos Bombeiros. O policiamento segue atrás dos manifestantes. Houve uma tentativa de bloquear a Consolação no sentido Rebouças, mas a polícia conseguiu evitar a interdição. Os manifestantes se encontram agora próximos à Praça Roosevelt. (Clarice Cudischevitch)
Manifestantes picham paredes na Consolação. Tropa de Choque da PM acompanha marcha. Foto: Clarice Cudischevitch/Estadão
17h55 - São Paulo registra agora 87 km de lentidão nas vias monitoradas pela CET.  Acompanhe a situação do trânsito  na região da Avenida Paulista.
17h49 – Manifestantes começam a descer sentido Consolação. Ocuparam todas as faixas. A polícia tenta a muito custo liberar ao menos ao menos uma das faixas mas não consegue.  A tensão aumentou, mas ainda não houve confronto. Veja vídeo:

17h44 – Manifestantes acertaram com  a PM caminhar até a Câmara Municipal pela Consolação. O acordado, segundo o tenente-coronel Marcelo Pignatari, responsável policiamento, é que o grupo ocupe apenas uma das faixas da via. Cerca de 400 policiais devem acompanhar a passeata, segundo o tenente. Entre os manifestantes, no entanto, há quem não pretenda cumprir o acordo.
17h43 – Veja vídeo da manifestação na Avenida Paulista:

17h25 – A Avenida Paulista continua fechada na altura da Rua Bela Cintra, até a Rua da Consolação, sentido Consolação. PMs não conseguiram conter o avanço de manifestantes. No sentido Paraíso, um cordão de isolamento de policiais conseguiu evitar a ocupação de duas das três faixas. Muitas pessoas ainda estão chegando ao ato e o movimento na região é intenso. As estações de Metrô próximas seguem abertas. No sentido Paraíso, duas faixas se mantêm liberadas pela ação da PM.
17h17 – Avenida está fechada entre as ruas Bela Cintra e Consolação, no sentido Consolação, por causa do excesso de manifestantes, que ocupam as  vias e as calçadas. Policias formaram um cordão de isolamento para conter o avanço da massa e mantê-la na Praça do Ciclista. A desobstrução das vias tem sido uma preocupação da PM desde o início do ato.
17h03 – Interromper trânsito durante o protesto é “vandalismo” e “caso de polícia”, diz o governador Geraldo Alckmin (PSDB) sobre atos recentes pela redução da tarifa de ônibus na capital paulista. Alckmin e o prefeito Fernando Haddad estão em Paris para defender a candidatura da cidade de São Paulo na Expo 2020, uma das maiores feiras de eventos do mundo.
17h00 – Está enfrentando problemas na região da Avenida Paulista? Mande seu relato nos comentários do Facebook do Estadão. Você também pode postar fotos no Instagram com a hashtag #TransitoEstadao
16h50 – O Banco Safra, na esquina da Rua Augusta com a Avenida Paulista,  teve a entrada cercada de grades para impedir o acesso ao prédio. Outros edifícios, como o da Justiça Federal, também adotaram a medida. Por hora, no entanto, o comércio  está aberto e funciona normalmente na região. Nas manifestação de quinta-feira passada, 6, bancas foram depredadas e bares tiveram mesas e cadeiras arremessadas. Veja como foram os últimos protestos:

Quinta-feira, 6:


Sexta-feira, 7, segundo dia de protestos:



16h42 –  Veja as vias que tiveram problemas no último protesto contra o aumento da tarifa de ônibus. Nesta terça-feira, 11, a CET recomenda  aos motoristas evitar a região. Veja a situação do trânsito no local e as rotas para evitar o congestionamento.


16h38 – Seguranças do Metrô se posicionam nas entradas das estações ao longo da Avenida Paulista, ás vésperas da manifestação do Movimento Passe Livre (MPL), marcada para as 17h. Nos atos anteriores, as entradas e os acessos das estações foram depredados. Grupos de quatro seguranças  estão nos acessos.
16h30 – Cerca de 250 manifestantes do Movimento Passe Livre começaram a se reunir na Praça do Ciclista, na Avenida Paulista, cruzamento com a Rua Bela Cintra. Por hora, não há interdições no trânsito. Líderes do movimentos informaram que os presentes não devem se misturar ao protesto de delegados e servidores da saúde, que ocorre no vão-livre do Masp.
15h00 – Pela primeira vez desde que começaram os protestos contra a alta  na tarifa de transportes públicos em São Paulo, o Movimento Passe Livre (MPL), líder das manifestações,  acenou com a possibilidade de negociar suas propostas com  a Prefeitura. O grupo afirmou que quer se reunir com a prefeita em exercício da capital, Nádia Campeão (PC do B), para discutir a redução da tarifa de ônibus na cidade.
Segundo representantes do movimento, foi protocolado um pedido de reunião para esta quarta-feira, 12. Eles reivindicam que a passagem, que aumentou de R$ 3,00 para R$ 3,20 no dia 2, volte para R$ 3,00 ou menos. “Queremos discutir uma pauta única: a redução da tarifa. Não aceitamos nada menos do que isso”, diz Marcelo Hotimsky, de 19 anos, estudante de Filosofia da Universidade de São Paulo e porta-voz do MPL. “Jamais vamos repetir o erro de 2003, da ‘Revotla do Busão’, em Salvador. Organizada pela UNE, o ato saiu sem a diminuição da tarifa na época.
Nádia campeão (PC do B), originalmente vice-prefeita de São Paulo, assumiu o posto depois que Fernando Haddad (PT) viajou a Paris para representar a candidatura da capital na Expo 2020,  feira  internacional que a cidade pleiteia sediar. Presidente do comitê, Nádia chegou  a ter a viagem anunciada no Diária Oficial da Cidade, mas desistiu por conta das recorrentes manifestações  contra a tarifa do transporte público.
14h30 –  Começou a concentração para os protestos marcados para esta terça-feira, 11, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. Funcionários estaduais da Saúde, cuja passeata estava marcada para as 14h, e investigadores da Polícia Civil em campanha salarial já ocupam o vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp).  A partir das 17h, integrantes do Movimento Passe Livre devem realizar o seu ato contra a alta do preço das passagens do transporte público.  Será a terceira manifestação do grupo na capital desde a semana passada – os últimos atos foram marcados por confronto com a polícia, depredação e obstrução de vias.


Policiais no início das manifestações na Avenida Paulista. Foto: Márcio Fernandes/Estadão

Além de enfermeiros, médicos e policiais civis, professores e cerca de 80 integrantes da Juventude do PT vão estar no Masp, na concentração para o protesto do Movimento Passe Livre. A PM destacou 900 policiais para fazer a segurança ao longo da Avenida Paulista, entre 14 h e 20h.
comandante do policiamento na região da Avenida Paulista, tenente-coronel Marcelo Pignatari,  procurou as lideranças que já chegaram. Segundo  ele, os líderes informaram que não pretendem obstruir as vias. Pignatari afirmou que também irá procurar os integrantes do Passe  Livre mais tarde.  ”Quer fazer manifestação pode  fazer, mas repeite os limites da ordem. Caso ocorra quebra da ordem, aí sim vamos atuar”, disse. (Bruno Ribeiro e Diego Zanchetta)

22h40 - Durante o fechamento da Estação Faria Lima, um grupo grande de manifestantes optou por seguir para a Paulista, onde bloqueou as faixas no sentido Paraíso, por volta das 22 horas. O grupo foi acompanhado pela PM e fez um pequeno percurso pela avenida, da Consolação até a Augusta, se dispersando cerca de 30 minutos depois. Uma manifestação maior no local foi marcada para terça-feira, 11.
20h41 – Parte do movimento seguiu pela Rua Teodoro Sampaio, que está interditada pela polícia.Motoristas devem desviar pela Avenida Pedroso de Morais. (Mateus Coutinho)
20h40 – Manifestantes arremessaram pedras em 13 seguranças da concessionária ViaQuatro, que administra a Linha 4-Amarela do Metrô. Os agentes fecharam os acessos da Estação Faria Lima. Uma catraca de vidro da parada foi quebrada. A PM chegou para reforçar a segurança e permitir a saída dos passageiros que ficaram no interior da estação. (Bruno Ribeiro)
20h35 – Mais cedo, por volta das 19h, quando os manifestantes ainda estavam na Marginal do Pinheiros, cerca de 30 estudantes entraram no Motel Astúrias para se proteger das bombas de gás lacrimogêneo e gás pimenta arremessadas pela PM. Ao saírem, alguns foram detidos por policiais. (Diego Zanchetta)
20h34 – Enquanto a entrada par da estação de metrô Faria Lima está fechada, seguranças deixam apenas uma pequena passagem na entrada ímpar, liberada apenas para quem não é manifestante. (Mateus Coutinho)
20h30 – Seguranças fecharam a entrada da estação de metrô Faria Lima, do lado par da Avenida Paulista, para impedir que os manifestantes entrassem. Houve conflito entre o grupo, que pretendia pegar o metrô após o fim do protesto, e os guardas. A entrada permanece fechada. (Mateus Coutinho)
20h20 – De acordo com a polícia, ninguém foi preso. Pelos cálculos da PM, havia em torno de 5 mil manifestantes. (Mateus Coutinho)
20h17 – Virgínia Barros, de 27 anos, atual presidente de União Nacional dos Estudantes (UNE), acompanhou o protesto: “A UNE apoio o movimento. O transporte é um direito fundamental, que não deve estar sujeito às leis do mercado.”
A entidade defende a abertura de um diálogo com o prefeito Fernando Haddad (PT) e com o governador Geraldo Alckmin (PSDB). Manifestantes prometem um novo protesto na terça-feira que vem (dia 11 de junho), na Avenida Paulista. Eles gritam, no Largo da Batata: “Terça vai ser maior”. (Bruno Ribeiro)
20h15 – A manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus voltou ao Largo do Batata, onde começou a se dispersar. Segundo organizadores, não houve registro de feridos. (Mateus Coutinho)
20h10 –  132 km de lentidão na cidade de São Paulo, com tendência de baixa. Cidade alcançou226 km de congestionamento por volta das 19h – o terceiro pior do ano.
20h05 – Manifestantes voltam ao Largo do Batata e começam a se dispersar. (Mateus Coutinho)
19h58 - Manifestação segue agora pelo lado par da Avenida Brigadeiro Faria Lima, voltando para a estação de metrô. A avenida está interditada, bem como a Rua Cardeal Arcoverde. A polícia continua usando bombas de gás lacrimejante. (Mateus Coutinho)
19h40 Marginal Pinheiros está liberada. Agora, grupo segue pela Avenida Professor Frederico Herman Júnior. Manifestantes seguem em direção à Praça Panamericana. Polícia usa bombas de gás lacrimejante para dispersar o movimento. (Mateus Coutinho)
19h23 – A Tropa de Choque começou a usar bombas de efeito moral para conter a manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus, que interdita a Marginal Pinheiros no sentido Castelo Branco. (Mateus Coutinho)
19h20 – Manifestação segue pela Marginal Pinheiros, que está totalmente interditada no sentido Castelo Branco. Grupo está na altura da ponte Bernardo Goldfarb. (Mateus Coutinho)
19h14 – Manifestação segue agora pela Avenida Rebouças e acabou de passar pelo Shopping Eldorado. Protestantes picharam a passarela que dá acesso ao shopping, orelhões e paredes. A Avenida Rebouças está interditada em direção à Francisco Morato. (Mateus Coutinho)
19h06 – Manifestantes que fazem ato contra o aumento da passagem de ônibus seguem pela Avenida Rebouças em direção à Marginal do Pinheiros. O ato, ligado ao Movimento Passe Livre, começou no Largo da Batata.
Avenida Brigadeiro Faria Lima, zona oeste da cidade, foi fechada por volta das 18h20. Os manifestantes seguiram em uma das faixas da Faria Lima Até chegar à Avenida Rebouças.
A Polícia Militar acompanha o movimento. Na altura do nº 1.216 da Faria Lima, um grupo de dez policiais tentaram liberar uma das faixas e houve um princípio de tumulto. Após os manifestantes avançarem em direção aos policiais, a passeata seguiu.
O trânsito é carregado na região. Na Rua Cardeal Arcoverde, o congestionamento é intenso desde o início da via, na Avenida Dr. Arnaldo. (Bruno Ribeiro)
19h02 – A manifestação contra o aumento da tarifa de ônibus de R$ 3 para R$ 3,20 já reúne em torno de 600 pessoas, que seguem pela Avenida Brigadeiro Faria Lima em direção à Avenida Rebouças. Os participantes saíram do Largo do Batata há cerca de 30 minutos e acabaram de passar pela estação de metrô. A avenida está parcialmente interditada e o trânsito na região apresenta lentidão.
movimento no metrô está normal e policiais estão no local desde as 16h, mas por enquanto não houve confrontos. (Mateus Coutinho)
02.junho.2013 11:52:33

Acompanhe a Parada Gay 2013


Barbara Ferreira Santos, Artur Rodrigues e Bruno Paes Manso  - O Estado de S. Paulo

21h05 – Balanço da PM
O Coronel da PM, Benedito Meira, informa que compareceu 1,5 milhão de pessoas.

18h27 – Estimativa de público
Mesmo com chuva e frio a estimativa de público desse ano é igual ao dos anos anteriores, de 3 milhões de pessoas.

16h57 – Show da Daniela Mercury
Iniciado com duas horas de atraso, o show da cantora Daniela Mercury lotou a Rua da Consolação. Ela cantou o Hino Nacional e fez críticas ao presidente da comissão de Direitos Humanos, Marco Feliciano. Ao final, dedicou o show para a esposa Malu.

16h00 – Vinho químico
O alto grau de consumo de vinho químico tem sido uma das marcas desta edição da parada. A reportagem flagrou muitos jovens desmaiados e passando mal na Avenida Paulista. O problema chamou a atenção de uma apresentadora sobre um dos trios elétricos. “Quem bebe vinho químico não chega ao final da festa. E nós ainda queremos fazer sexo com camisinha após o fim da parada”, disse, no microfone. Os vendedores da bebida utilizam mochilas para esconder os produtos da Guarda Civil Metropolitana, responsável pela fiscalização.

15h38 – Homem detido
Um homem escalou um poste de luz de cerca de dez metros de altura, na Avenida Paulista, e acabou sendo detido pela Polícia Militar. A ação foi denunciada pela drag queen Salete Campari, que estava em cima de um trio elétrico e usou o microfone para chamar a PM e os bombeiros.

15h16 – Veja fotos do evento:


14h47 – Religião
O estilista José Roberto Fernandes, de 62 anos, foi à Parada fantasiado de papa para protestar contra o discurso da Igreja Católica. “Esse papa é muito retrógrado. Sou católico e vim abrir a cabeça dele”, disse, acompanhado do companheiro Marcos Oliveira, de 40, que se fantasiou de São Francisco. “Tem pedofilia na igreja e eles querem excomungar os gays”, acrescentou o estilista.
Fantasia de papa e de São Francisco de Assis foi usada para criticar posições da Igreja Católica. Foto: Evelson de Freitas/Estadão
14h17 – Furto de máquina
Na frente do camarote da Prefeitura, José Fernando Souza, de 43 anos, teve sua máquina fotográfica furtada. O crime aconteceu ao lado de uma base da polícia. Três PMs e dois guardas estavam no local. “Os criminosos estavam em dois. Um jogou xampu na minha calca e saiu. O amigo dele se ofereceu para ajudar e tinha papel higiênico na mão, pronto para limpar. Ele não era brasileiro, falava espanhol. Fiquei distraído e pegaram a máquina na minha mochila. Nem cheguei a ver a ação. Foi muito rápido”. Souza foi orientado por PMs a fazer um boletim de ocorrência.
14h12 - Alberto Silva, de 39 anos, e Régis Souza, de 43, foram fantasiados de mágicos à Parada Gay. ” Vamos fazer mágica para o preconceito desaparecer. A chuva já conseguimos fazer sumir”, afirmou silva.
Alberto Silva, de 39 anos, à esquerda, e Régis Souza, de 43: mágica contra a homofobia. Foto: Bárbara Ferreira Santos/Estadão
13h52 – Haddad, Marta Suplicy e Jean Willys deixam seu recado no começo da parada:
Marta Suplicy: “Eu nunca vi a parada tao cheia e está chovendo. Essa é a maior parada LGBT da história”.
Haddad: “Existe amor em São Paulo. Vamos lutar contra a intolerância e resgatar os direitos civis. Viva São Paulo na luta pela liberdade”.
Jeans Wyllys: “Fora o fundamentalismo religioso, viva a nossa batalha. Nós somos muitos, não somos fracos”.
13h35 – Chuva para e Paulista começa a lotar
A chuva deu uma trégua na região da Paulista e a avenida começou a encher. Multidão preenche espaços do Masp à Rua da Consolação. Ao todo, 17 trios vão animar a festa.
13h16 – Começa a parada
Começa a festa, com discursos de militantes e presença do prefeito Haddad, da mulher Ana Estela, da ministra da Cultura, Marta Suplicy, e do deputado federal Jean Willys no primeiro trio elétrico.
“A parada é um evento que honra a cidade. São Paulo é  uma cidade que honra os direitos civis. Aqueles que hoje têm comportamento homofóbico em algum momento da história tiveram de lutar contra os preconceitos. A parada tem de ter o sentido de mão estendida para a paz. É uma luta de todos por convivência pacífica”, afirmou Haddad.
13h02 – Chuva dá trégua e Paulista lota à espera do 1º trio
Multidão se aglomera em frente ao Masp à espera do primeiro trio elétrico. Em meio a gays e simpatizantes, grupo de evangélicos levanta bandeira contra o preconceito, com a campanha “sou gay e Deus me ama os homossexuais cristãos”.
12h25 – Segurança conta com 2.500 policiais
O governador Geraldo Alckmin (PSDB) e o prefeito Fernando Haddad (PT) afirmaram nesta manhã estarem trabalhando para garantir a segurança dos participantes da Parada Gay. Ao todo, 2,5 mil policiais, entre agentes militares e civis, vão trabalhar no evento para coibir especialmente arrastões e crimes de intolerância.
Mais cedo, durante entrevista coletiva, Alckmin negou que seja integrante da Opus Dei, organização conservadora católica. “Tem que tomar cuidado porque, às vezes, uma mentira que é repetida vira verdade. Eu nunca fui da Opus Dei. Meu pai era franciscano, a favor dos pobres, mas nunca, nem ele nem eu fomos da Opus Dei, embora respeite quem seja.”
12h12 – Capa e guarda-chuva protegem público na Paulista
A chuva não tirou o brilho dos participantes da Parada Gay. Nem o glamour. Tem drag queen que aproveitou o tempo chuvoso para acrescentar um acessório à fantasia: o guarda-chuva com as cores do arco-íris.
12h00 – Trio de Daniela Mercury não vai sair
O trio elétrico que veio da Bahia para servir de palco a Daniela Mercury não vai desfilar na Avenida Paulista. O carro é muito alto. “A equipe que me passou o tamanho do trio, passou errado. A Daniela Mercury é esperada, mas ainda não sabemos em que trio vai cantar”, disse Fernando Quaresma, organizador do evento.
11h55 – Chuva ‘esfria’ início da Parada Gay
A chuva e o frio atrasam o tradicional “esquenta” da Parada Gay. A 5 minutos do início oficial da festa, a movimentação na Avenida Paulista ainda é tímida. Os trios elétricos já estão posicionados e, apesar do clima ruim, os organizadores esperam milhares de participantes.
Em debate sobre a redução da maioridade penal promovido pelo programa Estado de Direitos, da TV Estadão, nesta terça-feira, 7, o desembargador Antonio Carlos Malheiros, contra a medida,  e o promotor Marcelo Luiz Barone, a favor, defenderam meios diferentes de combater a criminalidade praticada por jovens. Para o promotor, acostumado a lidar com denúncias de crimes violentos, menores são muitas vezes mais cruéis e impetuosos que adultos, e a redução da maioridade, para 16 anos a princípio, seria um meio de impor limites aos delinquentes. “ A verdade é que dos 16 aos 18 anos eles já são homens formados, já sabem o que estão fazendo”, argumenta.
O desembargador, por outro lado, acredita que a prisão de menores não surtiria efeito sobre a violência. Ele defende medidas alternativas, como o prolongamento do tempo de internação na Fundação Casa, proposta do governador Geraldo Alckmin (PSDB). Também crê que o investimento em edução e a chegada de políticas públicas a regiões carentes seriam mais eficientes do que  o encarceramento. “Muitas vezes o menor vê a cadeia como um aprendizado. Uma chance de ser como o criminoso que ele tanto admira.”
O debate, transmitido ao vivo, às 12h, foi mediado pelo advogado Cristiano Avila Maronna. O programa apresentado por Maronna é quinzenal e aborda temas jurídicos que estão na ordem do dia. Na primeira edição, José Roberto Batochio, ex-presidente da OAB-SP, e Roberto Livianu, promotor de Justiça, debateram a PEC 37, que retira do Ministério Público o poder de investigar crimes. O programa está disponível na TV Estadão (tv.estadao.com.br).
Veja os melhores momentos:
12h09 – Começa o debate
Mediador: Qual é a opinião de vocês a respeito do tema maioridade penal?
Desembargador: “Sou radicalmente contra”, diz, argumentando que o sistema prisional brasileiro “não dá conta nem dos adultos”. Ele defende que magistrados conheçam a realidade das favelas e comunidades pobres. Relata um episódio em que conheceu Tiago, um menor que trabalhava como fogueteiro do tráfico de drogas (responsável por soltar rojões e anunciar a chegada da polícia). “O Tiago não tinha medo de morrer. Será que teria medo  de ser preso? Para ele entrar na cadeia seria uma maneira de aprender. Se suportar 8 anos, por exemplo, poderia ser como os criminosos que tanto admira”.
Promotor: ”Tenho outra visão. Não existe nem vaga na Fundação Casa para os menores. O seu estatuto faliu, também virou um presídio. Porém, o tempo de reclusão é mais rápido. Quantos casos pegamos na Barra Funda (Fórum) em que o menor é ainda mais violento que o menor. Eles atiram, a vítima caiu e depois vão pegar os pertences. Eles não querem saber se é um pai de família ou trabalhador. Não tem limites, querem se divertir. E se não tiverem limites, vão se tornar cada vez mais violentos.  A verdade é que dos 16 aos 18 anos eles já são homens formados, já sabem o que estão fazendo. Ele defende a redução para 16 anos. “Teríamos um fôlego para segurar a criminalidade até que a idade fosse rediscutida”, afirmou.
Mediador: A redução da maioridade penal não pioraria a superlotação dos presídios?
Promotor – “A população dos presídios cresceu, assim como a população em geral cresceu. Hoje existem políticas do governo para esvaziar a cadeia, porque é mais fácil do que construir presídios.” Ele defende que sejam dadas condições “decentes” para os presos, em vez de se apostar em políticas de não encarceramento.
Pergunta do internauta: Será que reduzindo a maioridade penal para 16 anos bastaria? E os delinquentes mais novos?
Desembargador: “De redução em redução, vamos cair na maternidade dos pobres. Não adianta”, disse.  ”O projeto do governador (Geraldo Alckmin) para o aumento do tempo de internação parece mais razoável”, diz. “Agora, não cabe mais gente na Fundação Casa. Que esse projeto venha com uma dotação orçamentária para a Fundação Casa.”
Pergunta do leitor Ademar Souza: No Brasil, a maioria é a favor da redução da maioridade. Por que somos tutelados e não se faz um plebiscito, já que vivemos em uma democracia? Outra leitora, Ana Maria, questiona: Por que, se pagamos impostos, não se pode optar por prisão perpétua ou medidas mais duras?
Promotor: “Pelo Brasil ser uma democracia, as pessoas deveriam reivindicar mais. O povo está acomodado. Nós precisamos sair à rua e pleitear nossos direitos. Não é possível que se viva à merce da vontade de uma única pessoa. É preciso cumprir a vontade do povo. Sou favorável que se faça um plebiscito. Pena de morte, já acho mais difícil discutir e não sou favorável”. Ele diz ser a favor de trabalhos forçados na cadeia, no entanto.
Desembargador: A respeito da internação dos menores por tráfico,  não permitida por lei: “muitos juízes decidem  pela internação no primeiro contato do menino com a droga, aí fica difícil”.
Sobre eventuais mudanças na lei: “Toda medida tem que ser tomada com a Constituição aberta na nossa frente. A melhor Justiça é feita com base nos direitos fundamentais”, diz.
Pergunta do internauta: Em 2011, segundo o CNJ, 7 em cada 10 presos soltos tornaram a delinquir. A função de reinserção social está falida. Se a cadeia não comporta nem os presos que lá estão, a prisão de menores reduzirá a criminalidade ou servirá de escola para o crime?
Promotor: A restrição de liberdade não está falida. O sistema carcerário precisa ser revisto, mas a medida continua sendo efetiva.
Desembargador: Tirando aspecto de psicopatia eu acredito na recuperação das pessoas, por isso estou no mundo do Direito.
Pergunta do internauta Vânia Silva: Dar chances de inclusão aos jovens antes de cometerem delitos não seria melhor do que reduzir a maioridade? Outro internauta pergunta: por que não investir em escolas em vez de presídios?
Promotor: Ninguém é ingênuo em achar que apenas reduzindo a maioridade as coisas serão resolvidas, afirma. Mas o crime também está dentro da escola. Primeiro, precisamos ‘fechar a torneira’ da criminalidade. Tirar os criminosos da rua. Se começarmos a investir em edução, os resultados só virão em 70, 80 anos. Ninguém está falando que a educação não é importante, as duas coisas são compatíveis.
Desembargador: Eu espero ver uma escola pública de qualidade antes de fechar os olhos.  Se não tivermos a escola pública sonhada, a saúde pública perto das pessoas … O Hospital do Câncer, por exemplo, na Avenida Doutor Arnaldo, é espetacular, mas está longe das pessoas mais pobres. A melhor maneira de se combater a criminalidade é fazer essas políticas públicas chegarem até  essas pessoas.
12h42 – Fim do debate.

19h59 - Prossegue há nove horas a leitura de peças no julgamento de Bola. Terminou agora há pouco a leitura de depoimento do ex-caseiro do sítio de Bruno, Elenilson Vitor, que responde por sequestro e cárcere privado. Ele afirmou que, durante o período em que Eliza ficou no sítio de Bruno, em Esmeraldas, ela foi muito bem tratada. Neste momento, está sendo lido o depoimento da mulher de Elenilson. Entre outras coisas, ela afirmou que o filho de Bruno foi muito bem tratado no sítio, e que era um bebê muito querido. Afirmou também que não viu a modelo ser ameaçada e nem queima de objetos dela.
19h07 - Mais uma vez, o advogado Ércio Quaresma, que defende Bola, recorre a manobras para prolongar o julgamento e fazer provocações, ignorando o fato de já ter sido repreendido na quinta-feira com a cassação de seu direito de fazer perguntas a uma testemunha.
Durante a leitura do depoimento do delegado Wagner Pinto, um dos coordenadores das investigações sobre a morte de Eliza, Quaresma entrou abruptamente no plenário dizendo que conseguiu um habeas corpus no Tribunal de Justiça de Minas Gerais para exibir um vídeo de duas horas de duração com depoimento de Sérgio Rosa Sales. Na véspera, a juíza Marixa Rodrigues havia limitado o tempo para exibição de vídeos em uma hora. Ao acatar o recurso de Quaresma, porém, o desembargador determinou que a leitura das peças seja suspensa.
Quando ele entrou, a juíza não estava na sala. Mesmo assim, Quaresma se dirigiu ao funcionário que fazia leitura do depoimento de Wagner Pinto mandando que ele parasse de ler sob pena de ser penalizado. Ao voltar, a juíza o repreendeu. “O senhor entrou aos brados. O senhor não tinha ordem para mandá-lo parar a leitura”, disse a juíza a Quaresma. “Esse moço mente”, falou o advogado. E a juíza respondeu “Aguardasse meu retorno. Eu que presido. Doutor, o senhor está advertido”, afirmou Marixa.
15h - Entre os depoimentos lidos na tarde desta sexta-feira no julgamento de Bola está o do primo de Bruno Sérgio Rosa Sales, que na época do desaparecimento de Eliza era menor de idade. Sérgio foi assassinado em 2012, segundo a polícia, em um crime passional. Ele foi uma das testemunhas-chave durante as investigações, e revelou detalhes importantes do que teria ocorrido nos dias que antecederam a morte da amante de Bruno.
Sérgio deu versões conflitantes em depoimentos diferentes para a polícia e para a imprensa. No depoimento que foi lido no Fórum de Contagem ele conta ter perguntado a Jorge, o outro primo de Bruno na época que estava sempre ao lado de Macarrão, sobre a viagem de volta de Eliza ao Rio de Janeiro. Segundo o depoimento, a resposta de Jorge a ele foi: “Nós levamos ela para morrer”.
No dia em que a modelo teria sido assassinada, Sérgio contou que Macarrão e Jorge voltaram ao sítio sem Eliza, apenas com Bruninho. Na carta, ele disse também ter apanhado durante um depoimento na delegacia, levando um soco no peito. Sérgio também fala neste depoimento sobre sua relação com Dayanne. Segundo ele, a ex-mulher de Bruno foi sua “segunda mãe”. E conta que foi ameaçado por policiais depois de ter revelado que Bruno teria matado Eliza. Ele estaria sendo chamado de X9.
Para o assistente de acusação José Arteiro, a defesa de Bola está desesperada e não percebe que está cansando os jurados. O advogado do réu Fernando Magalhães afirmou que a defesa vai precisar de mais tempo para leitura de peças, que prossegue neste momento. Portanto, não há expectativa para o término desta etapa do julgamento.

11h - O quinto dia do julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, começou com a leitura de depoimentos por carta precatória de testemunhas consideradas importantes para o Ministério Público. Depois passaram a ser lidas as peças de defesa. Segundo os advogados do réu, eles pediram a leitura de 3 mil páginas. Só depois é que Bola deverá ser ouvido, o que pode não acontecer hoje.
O destaque até o momento fica por conta da leitura da carta da dentista Ingrid Calheiros, atual mulher do goleiro Bruno e namorada dele na época do desaparecimento de Eliza Samudio. A dentista diz que Bruno dizia não saber do paradeiro de Eliza e que esperava que ela fosse encontrada. Ela também afirmou ter ouvido do namorado que “Bola seria um matador”.

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