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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Neymar ganha ainda mais confiança durante a Copa das Confederações

O torneio tem funcionado como uma virada de página para nossa maior estrela. Antes da competição, muita gente dizia que Neymar era jogador de clube. Isso mudou, com dribles desconcertantes e muita personalidade.


A Copa das Confederações tem funcionado como uma virada de página para nossa maior estrela. Antes da competição, muita gente dizia que Neymar era jogador de clube. Afinal, ele nunca tinha feito pela seleção o que costumava fazer pelo Santos. Isso mudou, com dribles desconcertantes, passes decisivos, belos gols, muita personalidade. A camisa amarela parece que já não pesa mais. No domingo (30), Neymar quer um desfecho perfeito, para um jogo que tem um significado especial para ele.
Duas grandes espinhas ajudam a lembrar que ele é só um garoto. Mas o olhar fixo, parado, é de quem tem uma enorme responsabilidade.

“A pressão de fora pra dentro é muito grande, existe”, afirma Neymar.

Agora, salvador da pátria? Essa não pega. “Essa responsabilidade que você jogou nas minhas costas agora, pode ficar tranquilo que vai bater aqui e vai voltar”, brinca o jogador.
Nesta sexta-feira (28), a tarefa era só um trote. Mas sem bola fica mais chato. A relação entre Neymar e ela anda muito bem. Quando ela veio do ar, quando estava no chão, ou quando havia dois mexicanos no caminho.

Neymar foi eleito pela Fifa como o melhor jogador em três partidas da Copa das Confederações.
Tem só 21 anos, mas já teve o desgosto de enfrentar o Barcelona e ser goleado na final do Mundial Inter-Clubes com o Santos em 2011.

“A gente aprendeu, teve uma aula de futebol, foi isso que eu falei, após a partida”, conta.
Hoje, mais amadurecido, a situação é outra. Como ele se vê no domingo? “Campeão, feliz e jogando um belo futebol”, comenta.

Na sexta, estádio de São Januário. No sábado, Maracanã. E no domingo, tchau. Assim que terminar a final contra a Espanha, férias. E depois, vida nova em Barcelona. É chegada a hora da saideira. E Neymar não é muito resistente a despedidas.

No mês passado, no último jogo pelo Santos, a hora do hino nacional bateu forte. “Eu tenho certeza que vou me emocionar novamente, por ser uma final”, adianta.

O momento do hino nacional tem sido especial em todos os jogos da Seleção. “Não sei se vai ter choro ou não, mas espero que a emoção vá lá em cima”, afirma.
Nesse sábado (29), o Brasil faz o último treino antes da final, o reconhecimento do gramado no Maracanã, no finzinho da tarde. Para quem gosta de bom futebol, já começa a dar aquele friozinho na barriga. Faltam menos de 48 horas para a grande decisão.

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