Michael Jackson: no aniversário de sua morte, fãs podem revê-lo em musical
por
iG Gente
Publicada em 26/06/2013 18:24:57
Foto: Divulgação
Michael Jackson teria ficado 60 dias sem dormir antes da sua morte
A morte de Michael Jackson fez quatro anos nessa terça-feira (25/06). A causa foi uma dose excessiva do medicamento Propofol, administrada por seu médico particular, dr. Conrad Murray, condenado em 2011 por homicídio culposo.
A quem se atribui a responsabilidade de deixar o cantor sob a custódia do médico ainda está em questão. A família de Michael está processando a empresa de shows AEG Live, produtora da turnê "This is It", que o cantor nunca chegou a estrear.
Para os fãs, assistir a "This is It" é uma maneira de lembrar os grandes sucessos do cantor morto aos 50 anos, seus inesquecíveis passos de dança e de compartilhar alguns dos últimos momentos da vida do rei do pop.
O documentário está disponível no canal de videos gratuitos Crackle até o próximo domingo (30/06).
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O Crackle, serviço de vídeo on demand da Sony Pictures Entertainment, oferece filmes, programas de televisão e shows de graça aos internautas a partir do endereço ig.crackle.com.br. "This is It" mostra a rotina de ensaios de Michael nos dias que antecederam sua morte.
A dose fatal de sedativo foi administrada pelo dr. Murray numa tentativa desesperada de fazer o cantor, estressado pela insônia e pelos ensaios do show "This is It" - para o qual já estavam esgotadas todas as entradas para as 50 primeiras apresentações em Londres -, ter algumas horas de sono.
Recentemente um especialista em sono, dr. Charles Czeisler, veio a público revelar que Michael pode ter ficado cerca de 60 dias sem dormir e que este teria sido o motivo que levou o dr. Conrad a apelar para um anestésico potente, usado em cirurgias, como sonífero.
Segundo a rede de noticias americana CNN, Murray teria indicado o medicamento numa tentativa de induzi-lo ao sono para que o cantor finalmente descansasse, e ele entrou em uma espécie de coma irreversível.
Nesta quarta-feira (26/06), o filho mais velho do cantor, Prince Jackson, de 16 anos, vai depor no processo movido por sua família contra a produtora de shows AEG Live, que produzia a turnê "This is It".
Executivos da empresa, o cozinheiro de Jackson e o coreógrafo dos shows já deram seus depoimentos. A família alega que a produtora agiu com negligência ao contratar o médico Conrad Murray.
A quem se atribui a responsabilidade de deixar o cantor sob a custódia do médico ainda está em questão. A família de Michael está processando a empresa de shows AEG Live, produtora da turnê "This is It", que o cantor nunca chegou a estrear.
Para os fãs, assistir a "This is It" é uma maneira de lembrar os grandes sucessos do cantor morto aos 50 anos, seus inesquecíveis passos de dança e de compartilhar alguns dos últimos momentos da vida do rei do pop.
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A dose fatal de sedativo foi administrada pelo dr. Murray numa tentativa desesperada de fazer o cantor, estressado pela insônia e pelos ensaios do show "This is It" - para o qual já estavam esgotadas todas as entradas para as 50 primeiras apresentações em Londres -, ter algumas horas de sono.
Recentemente um especialista em sono, dr. Charles Czeisler, veio a público revelar que Michael pode ter ficado cerca de 60 dias sem dormir e que este teria sido o motivo que levou o dr. Conrad a apelar para um anestésico potente, usado em cirurgias, como sonífero.
Segundo a rede de noticias americana CNN, Murray teria indicado o medicamento numa tentativa de induzi-lo ao sono para que o cantor finalmente descansasse, e ele entrou em uma espécie de coma irreversível.
Nesta quarta-feira (26/06), o filho mais velho do cantor, Prince Jackson, de 16 anos, vai depor no processo movido por sua família contra a produtora de shows AEG Live, que produzia a turnê "This is It".
Executivos da empresa, o cozinheiro de Jackson e o coreógrafo dos shows já deram seus depoimentos. A família alega que a produtora agiu com negligência ao contratar o médico Conrad Murray.
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