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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Manifestação no Rio de Janeiro termina com destruição, violência e feridos

Jornal do Brasil
Incêndios, bombas, tiros de bala de borracha e muitos feridos. Este é o cenário do Centro do Rio de Janeiro na noite desta quinta-feira (20) depois de uma manifestação que saiu da Candelária e seguiu para a sede da Prefeitura do Rio de Janeiro, na Cidade Nova.
A manifestação seguia de forma pacífica, durante a tarde, até que um grupo iniciou provocações a homens da Polícia Militar que estavam na Cidade Nova. Nas proximidades do encontros das avenidas Presidente Vargas e Francisco Bicalho são ouvidos muitas explosões de bombas. Muita gente também está sendo carregada por amigos para o Hospital Municipal Souza Aguiar, um dos principais da cidade. Até a noite desta quinta, 22 feridos chegaram à unidade.
Ferida é carregada por amigos e um policial militar
Ferida é carregada por amigos e um policial militar
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Incêndios, bombas, tiros de bala de borracha e muitos feridos. Este é o cenário do Centro do Rio na noite desta quinta depois de uma manifestação que saiu da Candelária e seguiu para a sede da Prefeitura. Fotos: Douglas Shineidr / Jornal do Brasil
Rigor do Batalhão de Choque
Os manifestantes se dispersaram devido à ação da Tropa de Choque da Polícia Militar, que usou bombas de gás lacrimogênio. O Batalhão de Choque continua agindo com rigor para afastar os manifestantes das proximidades do prédio da prefeitura.
PM dispersou manifestantes
PM dispersou manifestantes
Ainda na Avenida Presidente Vargas, na altura da Praça Onze, um grupo arrancou as grades de proteção, tapumes e tendas do Concentra Rio, no Terreirão do Samba. O Concentra Rio é um espaço criado pela prefeitura do Rio para que os torcedores pudessem assistir aos jogos da Copa das Confederações e apresentação de artistas.
Os manifestantes fizeram fogueiras com o material no meio da pista e colocaram fogo em uma cabine da PM que fica no calçadão da Estação Ferroviária Central do Brasil. Outros quebraram placas de sinalização e sinais de trânsito e destruíram postes de iluminação, deixando sem luz todo o quarteirão do Campo de Santana. Também próximo do local, homens do Batalhão de Choque fazem uma barreira de contenção e obrigando os manifestantes a fazer o caminho inverso, no sentido Candelária, onde a passeata começou.
Seguindo o comportamento pacífico da maioria dos manifestantes, um grupo aproveitou as grades do Campo de Santana, na Praça da República, para afixar os cartazes levados para a passeata, formando um imenso painel. Mas, meia hora depois, manifestantes exaltados atearam fogo nas mensagens ainda nas grades e rasgaram outros.
Várias ruas de acesso à Avenida Presidente Vargas continuam fechadas para o trânsito. O mesmo acontece com o Túnel Santa Bárbara, que liga o centro ao bairro Laranjeiras, na zona sul da cidade.
Com Agência Brasil

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