Feliciano questiona Dilma sobre encontro com gays: 'somos invisíveis?'
Presidente da Comissão de Direitos Humanos reclama de falta de diálogo por parte do governo
Fora da lista de conversas com a presidente da República após a onda de protestos que vêm sacudindo o País, o polêmico deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) se disse incomodado com o encontro de Dilma Rousseff com representantes de movimentos de jovens e ativistas gays. Nesta sexta-feira, por meio do Twitter, o presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara questionou: "Somos invisíveis?" Até o momento, ele não foi chamado pela presidente para conversar.
Povo evangelico, acorda! Dilma se encontra com rep. da Ig catolica, lgbt, vadias, e etc. E nós? NADA! Depois vai querer o nosso voto em 2014— Silas Malafaia (@PastorMalafaia) June 28, 2013
Em um post do pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, retuitado por Feliciano, os evangélicos são convocados a "acordar". "Povo evangélico, acorda! Dilma se encontra com representante da Igreja Católica, LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais), vadias e etc. E nós? NADA! Depois vai querer o nosso voto em 2014", afirmou Malafaia.
Após a afirmação da ministra Maria do Rosário (Secretaria dos Direitos Humanos) de que o governo ia se mobilizar para impedir a aprovação do projeto da "cura gay" - que permite a psicólogos oferecer tratamento para a homossexualidade -, Feliciano aumentou o tom das críticas contra Dilma. A proposta foi aprovada pela Comissão de Direitos Humanos, mas ainda precisa passar por mais duas comissões da Câmara.
Protestos contra tarifas mobilizam população e desafiam governos de todo o País
Mobilizados contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades brasileiras, grupos de ativistas organizaram protestos para pedir a redução dos preços e maior qualidade dos serviços públicos prestados à população. Estes atos ganharam corpo e expressão nacional, dilatando-se gradualmente em uma onda de protestos e levando dezenas de milhares de pessoas às ruas com uma agenda de reivindicações ampla e com um significado ainda não plenamente compreendido.
Mobilizados contra o aumento das tarifas de transporte público nas grandes cidades brasileiras, grupos de ativistas organizaram protestos para pedir a redução dos preços e maior qualidade dos serviços públicos prestados à população. Estes atos ganharam corpo e expressão nacional, dilatando-se gradualmente em uma onda de protestos e levando dezenas de milhares de pessoas às ruas com uma agenda de reivindicações ampla e com um significado ainda não plenamente compreendido.
A mobilização começou em Porto Alegre, quando, entre março e abril, milhares de manifestantes agruparam-se em frente à Prefeitura para protestar contra o recente aumento do preço das passagens de ônibus
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