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terça-feira, 4 de junho de 2013

A nova campanha do Ministério da Saúde com foco na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis não teve uma boa aceitação. Principalmente por parte de políticos evangélicos que pedem explicações ao órgão governamental por causa de uma peça publicitária lançada no último final de semana e divulgada na internet que diz: "Eu sou feliz sendo prostituta".
 (Reprodução / aids.gov.br)
A deputada Liliam Sá (PSD-RJ) disse que a campanha representa um "desfavor à sociedade". "O que é isso? Ninguém é feliz sendo explorada sexualmente", afirmou. "O que o governo faz é um crime, é apologia à prostituição. O governo está patrocinando um crime ao defender essa conduta", disse o deputado Marcos Rogério (PDT-RO). Para o deputado João Campos (PSDB-GO), a campanha é mais uma prova que o governo Dilma Rousseff não cumpre promessas de campanha. "É uma campanha discriminatória. Esse é um governo que não preza pelos valores da família".

O ministro Alexandre Padilha recuou e disse que a campanha ainda depende de aprovação, mas não convenceu alguns políticos. A Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo pastor e deputado Marco Feliciano, aprovou um requerimento pedindo ao ministro que preste esclarecimentos sobre a campanha e informe quanto custou a peça publicitária.

Após a divulgação da campanha “Sou feliz sendo prostituta", o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, determinou a exoneração do diretor do Departamento Departamento de DSTs, Aids e Hepatites Virais do ministério, Dirceu Greco.

Em nota, a pasta diz que as peças expostas "não foram aprovadas pela Assessoria de Comunicação Social, como ocorre com todas as campanhas", além disso, esclarece que a campanha foi elaborada a partir de oficina de comunicação comunitária conduzida pelo Departamento de DSTs, Aids e Hepatites Virais com representantes desse público alvo. Ele diz que as peças estão agora sendo analisadas pela assessoria e que serão disponibilizadas se aprovadas.

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