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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Publicado em 30 de Maio de 2013, às 14h10min Brasil cai de 38º para 51º em lista de 60 países Diário de Guarapuava FolhaPress Tamanho do Texto: Tweet +A -A Por Agnaldo Brito SÃO PAULO, SP, 30 de maio (Folhapress) - O Brasil perdeu cinco posições no Índice de Competitividade Mundial 2013, conforme o relatório do International Institute for Management Development elaborado com o apoio da Fundação Dom Cabral. O país é agora o 51º do ranking numa lista de 60 países. Os Estados Unidos e Suíça são os dois primeiros. Concorrentes do Brasil como México, Índia e Rússia têm níveis de competitividade melhores do que o brasileiro. Já países como África do Sul, Argentina e Venezuela possuem uma situação ainda pior do que a brasileira. A análise é feita a partir de dados estatísticos nacionais e internacionais, associados às informações obtidas com empresários e executivos com negócios no país. É o terceiro ano consecutivo em que o Brasil perde posições neste ranking que avalia temas como a performance econômica, a eficiência do governo e dos negócios e a infraestrutura dos países. De 2010 para 2011, o país perdeu seis posições e caiu de 38º lugar no ranking para 44º. Em 2012, o Brasil caiu mais duas posições e alcançou a 46º posição. em 2013, chegou a 51º. Segundo Carlos Arruda, professor da Fundação Dom Cabral e responsável pela coleta de dados no país, o fraco desempenho do PIB é consequência direta da baixa competitividade da economia brasileira. "Ainda temos problemas com o marco regulatório para o setor de infraestrutura, com elevada carga tributária, com grandes custos de logística e de transporte. Estamos crescendo por causa da agricultura e do consumo das famílias, mas isso não é suficiente", afirmou. Segundo Arruda, o baixo nível de desemprego e a renda dos trabalhadores ajudam a manter o consumo no atual patamar. Mas esse modelo de sustentação do crescimento não está sendo acompanhado pelo aumento da produtividade do trabalho. "Estamos gerando serviços e produtos com um trabalho de baixa produtividade. Outro problema é que a renda gerada por esse trabalho não está sendo poupada, mas sendo gasta no consumo", disse.

Publicado em 30 de Maio de 2013, às 14h10min
Brasil cai de 38º para 51º em lista de 60 países
Diário de Guarapuava
FolhaPress
Tamanho do Texto: Tweet
+A -A


Por Agnaldo Brito
SÃO PAULO, SP, 30 de maio (Folhapress) - O Brasil perdeu cinco posições no Índice de Competitividade Mundial 2013, conforme o relatório do International Institute for Management Development elaborado com o apoio da Fundação Dom Cabral.
O país é agora o 51º do ranking numa lista de 60 países. Os Estados Unidos e Suíça são os dois primeiros.
Concorrentes do Brasil como México, Índia e Rússia têm níveis de competitividade melhores do que o brasileiro. Já países como África do Sul, Argentina e Venezuela possuem uma situação ainda pior do que a brasileira.
A análise é feita a partir de dados estatísticos nacionais e internacionais, associados às informações obtidas com empresários e executivos com negócios no país.
É o terceiro ano consecutivo em que o Brasil perde posições neste ranking que avalia temas como a performance econômica, a eficiência do governo e dos negócios e a infraestrutura dos países.
De 2010 para 2011, o país perdeu seis posições e caiu de 38º lugar no ranking para 44º. Em 2012, o Brasil caiu mais duas posições e alcançou a 46º posição. em 2013, chegou a 51º.
Segundo Carlos Arruda, professor da Fundação Dom Cabral e responsável pela coleta de dados no país, o fraco desempenho do PIB é consequência direta da baixa competitividade da economia brasileira.
"Ainda temos problemas com o marco regulatório para o setor de infraestrutura, com elevada carga tributária, com grandes custos de logística e de transporte. Estamos crescendo por causa da agricultura e do consumo das famílias, mas isso não é suficiente", afirmou.
Segundo Arruda, o baixo nível de desemprego e a renda dos trabalhadores ajudam a manter o consumo no atual patamar. Mas esse modelo de sustentação do crescimento não está sendo acompanhado pelo aumento da produtividade do trabalho.
"Estamos gerando serviços e produtos com um trabalho de baixa produtividade. Outro problema é que a renda gerada por esse trabalho não está sendo poupada, mas sendo gasta no consumo", disse.

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